Introdução
Tudo começou por uma desorganização da CBF. Na véspera da Copa de 58, na inscrição dos jogadores não havia um membro da entidade brasileira, e o responsável por numerar a camisa dos jogadores foi o uruguaio Lorenzo Villizio, integrante do comite organizador da copa.
Ele escolheu aleatoriamente. Gilmar, o goleiro, ficou com a 3. Pelé, até então um desconhecido para o mundo ficou com a 10. E nessa mesma copa eternizou a camisa.
O “camisa 10″ do futebol. Nenhum outro jogador está tão relacionado ao futebol arte de seu time quanto ele. Não precisa necessariamente usar este número em sua camisa. Na última copa o jogador que garantiu o bom futebol apresentado pela Fúria, foi Xavi Hernandez, utilizando a camisa 8.
O “camisa 10″, é aquele jogador que prima mais pela inteligência do que pela técnica. Não que seja pouco técnico, muito pelo contrário, via de regra são extremamente habilidosos com a bola nos pés. O grande diferencial deles, é a velocidade de raciocínio e seu poder de visualizar a jogada segundos antes dos reles mortais. Ele é o cara, é decisivo, fatal, imortal.
Para mim, os 10 melhores “camisas” 10 que vi jogar. (De 90 para cá)
- Maradona, Rai, Neto, Hagi, Rivaldo, Zidane, Riquelme, Kaká, Ronaldinho Gaucho e já ouso colocar Ganso.





to com o Encontro Paulista de Troca de Figurinhas.







